sábado, 11 de dezembro de 2010

Vacina H1N1



Ela foi elaborada no intuito de reduzir os riscos de contração do vírus influenza A . As pessoas que prioritariamente deveriam ser vacinadas foram divididas em 3 grupos principais : A, B e C.
Nesses grupos , encontram-se grávidas ( de qualquer idade ), povos indígenas , portadores de doenças crônicas (imunodeprimidos , cardiopatas , obesos , diabéticos etc) , profissionais da área de saúde , e a faixa da população mais atingida : pessoas de 20 à 39 anos , seguido de crianças de 6 meses à 2 anos de idade.

Um fato que ficou bem divulgado na época da vacinação , foram os efeitos adversos causados pela vacina. Um dos mais comentados foi o resultado falso positivo no teste para HIV, que gerou grande preocupação aos órgãos de saúde , porém foi rapidamente esclarecido: atribuindo tal ocorrência ao aumento da produção de anticorpos IGM , ocasionado pela vacina , o que enganaria os testes para verificar AIDS.
Dentre os outros efeitos , estariam a dor local , o enjôo , a dor de cabeça e indisposição similar a trazida pela gripe comum .
Devido a grande demanda mundial , foi necessário a distribuição da proteína pertencente ao vírus causador , pela OMS , à diversas empresas do ramo farmacêutico . Isso ocasionou em uma variação na composição da vacina , por não ser um processo padronizado , e aliado as diferenças do sistema imune, explicam a variabilidade das reações mediante à imunização.

Na população brasileira , pôde-se considerar que as pessoas tiveram uma boa aceitação à vacina, mesmo com a informação que alguns meios divulgavam dizendo ser algo ainda em fase de estudo e desenvolvimento e que não se saberia todos os ricos e efeitos colaterais . Estudos do Ministério da Saúde , mostraram que a maioria das pessoas eram confusas quanto à instituição responsável pela distribuição da imunização, sendo que a maioria afirmava simplesmente não saber (30%).
No entanto , foi confirmado , que grande parcela da população estava ciente da campanha de vacinação promovida pelo Ministério da Saúde (64%). De maneira lógica , mostrou-se também que grande parte dos entrevistados , confiavam na vacina como forma de prevenção funcional contra a doença (71%) e que sabiam onde recorrer para adquiri-la (54% dos homens e 62% das mulheres). Abaixo estão os gráficos do Ministério da Saúde , mostrando os dados apresentados:






Fontes:

Nenhum comentário:

Postar um comentário